O próximo acto eleitoral reveste-se de uma importância para Portugal, da qual um número significativo de cidadãos, porventura, se não tenha dado verdadeira conta.
Sócrates e o socratismo, desacreditados e desavergonhados, insistem na ideia peregrina de que o povo português não está a ver com clareza a situação em que deixam o país! A eficácia da propaganda e do markting político levam porventura à ilusão vã, de que é possível a quadratura do círculo já viciado da reeleição.
Desta vez impõe-se uma resposta decidida e firme por parte do eleitorado consciente: é necessário reduzir o "Sócas", e por sua via o próprio PS, à "infima espécie"!...
É necessário, para isso, que a campanha eleitoral seja muito mais pedagógica do que revanchista, muito mais educativa e esclarecedora do que escarnecedora, ambígua ou demagógica!...
O socretinismo e a sua arrogância, filha da perfídia e da mentira compulsivas, é a resposta psicológica de um cérebro eventualmente doente, muito doente...
Não se trata já da saudável "luta política" pelas ideias ou os programas de governação, sobre as estratégias ou sobre os projectos para conferir possíveis soluções, políticas, legislativas, de índole reformadora, não!
O que está em causa neste acto eleitoral é, na sua essência, erguer a dignidade de um povo, esmagada pela incompetência e pela prepotência! A luta agora - se de luta se trata - é muito mais do domínio da ética do que propriamente da política pura!...
Há que recuperar a credibilidade interna e internacionalmente! Há que afirmar credível a voz de Portugal, pela mão de mentores responsáveis e com sentido de sageza!... Há que repor o nosso país no lugar onde sempre deveria ter estado ao longo da nossa história de muitos séculos! Há que humanizar a política ao nível da ética!...
Seja qual for o sentido do voto, neste quadro eleitoral, há uma componente necessária que deve comportar, sempre: a recusa do status quo! A recusa de um governo e de um partido que o apadrinha e que deixaram o país numa situação financeira e moral indescritíveis!...
E cabe aqui falar do famosíssimo "voto útil". O voto útil agora, sem rebuço, é um voto positivo e decidido, na possibilidade de criação de uma alternativa política verdadeira, que permita inverter o percurso político deste governo nos últimos seis anos!
Portugal é possível e viável, mas sem que, internamente, seja literalmente sabotado e sopeado o seu crescimento e desenvolvimento! Há que devolver ao país e ao povo, o orgulho natural em ser-se Português!
As humilhações, se as houve ao longo da nossa História, tiveram sempre carácter circunstancial e episódico, e nunca puderam pôr em causa o nosso lugar no concerto das nações progressivas e civilizadas! nos sentidos ético, político e cultural, sem sofismas ou demagogias esquerdizantes!...
E mais esta humilhação a que o governo cessante nos sujeitou, só pode receber do Povo Português uma resposta clara e inequívoca!
Mas, infelizmente, para o mundo das ideias políticas ... a "social-democracia" ... é toda UMA! É um todo com várias "nuances"... com vários rostos e com variadas estratégias ... e tácticas!...
Construir uma alternativa sustentável do ponto de vista da forma e estilo de governação política, implica afirmar uma ideologia distinta! Uma outra e diferente forma de olhar a realidade!
Ora o CDS/PP é, na direita política - a Direita autêntica! Democrática, reformadora, credível, com sutentação internacional e soluções políticas ensaiadas, nomeadamente nos países da Europa ocidental onde Partidos que ideologicamente lhe são próximos estabeleceram governos estáveis e consensuais, com resultados muito positivos para a economia e a sociedade.
Não se trata do domínio da utopia, mas da realidade! Só o CDS/PP se pode afirmar, na Direita, como o Partido que pode representar uma verdadeira alternativa ao desmando socialista! E, por ser assim, se levantam já hoje vozes, alertando para a necessidade de um discurso, se possível, mais assertivo, por parte da respectiva liderança!
Não basta "sonhar" com o dobro dos votos das últimas eleições legislativas! É preciso acreditar que é possível governar Portugal, HOJE! E pedir ao povo a confiança do voto, com a certeza de que é possível mudar, fazer diferente e fazer (muito!) melhor!
Não falta à Esquerda quem o afirme. Não falta quem recuse Sócas, por todas as razões do mundo! Não falta quem diga que, aí, é também possível fazer diferente!
Mas essa Esquerda tem que se reinventar!... E para isso tem que esquecer os seus insucessos práticos ao longo da História dos povos!
Por isso - mesmo por essa razão! - é-lhe tão difícil fazer-se ...acreditar!
O PSD, tem hoje, todos sabemos, uma liderança incerta e titubeante!... Não se pode ser vitorioso assim! Se Sócas perder ... eles então ganharão!...
Chegou o tempo de todas as vozes se levantarem e apoiarem a ideia de que um governo CDS/PP é possível, hoje, em Portugal! E que Paulo Portas é um líder que o pode conseguir, se, também ele, acreditar que isso é possível!
É a História de Portugal e o patriotismo autêntico (não "internacionalista...), que demandam uma atitude, em prol da defesa dos direitos e interesses legítimos do Povo Português!
O voto útil, no dia das eleições: é CDS/PP! É preciso que o povo saiba disso!
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